Einstein teria chamado os juros compostos de "a oitava maravilha do mundo". Exagero ou não, eles são a força por trás de todo investimento que cresce — e também das dívidas que saem do controle. Entenda como funcionam e simule na calculadora de juros compostos.
Juros simples x juros compostos
Nos juros simples, o rendimento incide sempre sobre o valor inicial. Nos juros compostos, ele incide sobre o valor inicial mais os juros já acumulados — é "juros sobre juros". É essa diferença que faz o dinheiro crescer de forma exponencial no longo prazo.
A fórmula
O montante é: M = C × (1 + i)ⁿ, onde C é o capital inicial, i a taxa por período e n o número de períodos. O segredo está no expoente n: quanto mais tempo, mais o efeito se acumula.
Um exemplo que impressiona
R$ 1.000 a 1% ao mês viram cerca de R$ 1.127 em um ano — só R$ 127 de rendimento. Mas em 10 anos, os mesmos R$ 1.000 se tornam mais de R$ 3.300, sem você adicionar nada. É o tempo trabalhando a seu favor.
O outro lado: as dívidas
A mesma matemática vale para o cheque especial e o rotativo do cartão, onde as taxas são altíssimas. Aí os juros compostos jogam contra você — por isso quitar essas dívidas rápido é tão importante.
Faça as contas
Use a calculadora de juros compostos para projetar seus investimentos com aportes mensais. Para avaliar o retorno de uma aplicação já encerrada, veja a calculadora de ROI.